O príncipe Harry, 41, irá saltar de paraquedas como parte de uma campanha para arrecadar recursos destinados a instituições canadenses de apoio a militares e veteranos de guerra.
A iniciativa radical homenageia Ed Marshall, 102, herói da Segunda Guerra Mundial e ex-paraquedista que ganhou manchetes ao saltar de paraquedas para celebrar seu centésimo aniversário e arrecadar fundos para a Sunnybrook Foundation. O filho mais novo do rei Charles III conheceu o ex-militar durante uma visita ao Canadá, no ano passado, e os dois firmaram o compromisso de organizar um salto juntos.
Em comunicado, a fundação escreveu: “Quando o príncipe Harry, duque de Sussex, conheceu Ed Marshall, veterano da Segunda Guerra Mundial, de 102 anos, no ano passado, os dois rapidamente criaram um vínculo por compartilharem a experiência do serviço militar e o compromisso de continuar servindo às suas comunidades.”
“Ed treinou como paraquedista durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto o duque serviu por dez anos no Exército britânico, com duas missões no Afeganistão, atuando como controlador aéreo tático e piloto de helicóptero Apache.”
“Ed impressionou o príncipe Harry ao relembrar, com orgulho, o salto beneficente que realizou para comemorar seu centésimo aniversário. A ideia floresceu e juntos eles planejaram um novo salto.”
Entretanto, a organização explicou que o plano original precisou de um ajuste depois que exames apontaram que a condição cardíaca do centenário desaconselhava um novo salto. Com isso, Bailey Marshall, neto de Ed, participará da ação para dar continuidade ao legado do avô.
Toda a arrecadação será destinada à Sunnybrook e à True Patriot Love Foundation, organizações que oferecem assistência a militares e veteranos canadenses.
A data exata e local do salto ainda não foram divulgados.
A participação no evento será uma das primeiras aparições públicas do príncipe desde que retornou ao Reino Unido com a esposa, Meghan Markle, 45, e os filhos do casal, Archie, 7, e Lilibet, 5.
O duque e a duquesa deixaram as funções oficiais na realeza britânica em 2020 e se mudaram para a Califórnia, nos Estados Unidos. Agora, eles decidiram voltar à Inglaterra para proporcionar aos filhos uma convivência mais próxima com a família real, principalmente com o rei Charles III, que, desde 2024, está em tratamento contra um tipo de câncer não divulgado.
A mudança, porém, não representa um retorno às funções oficiais da monarquia.
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