A atriz Jameela Jamil, 40, saiu em defesa de Chappell Roan, 28, em meio à controvérsia envolvendo a passagem da cantora pelo Brasil.

A polêmica teve início após o jogador Jorginho, 34, relatar nas redes sociais que sua enteada, Ada, 11, teria sido destratada por um segurança ao se aproximar da artista durante um café da manhã em um hotel de luxo, em São Paulo. A menina é filha da esposa do jogador, Catherine Harding, com o ator britânico Jude Law, e estava na cidade para assistir à apresentação da norte-americana no festival Lollapalooza.

Após o caso gerar inúmeras críticas à cantora, Jameela se pronunciou, em tom irônico, listando os posicionamentos de Chappell que explicariam a reação negativa.

“Eu só quero dizer que concordo com todo o ódio que estão jogando em Chappell Roan. Ela apoia a Palestina. Ativista pelos direitos das mulheres. Defende o mínimo de respeito na indústria. Ela encerrou publicamente seu contrato com uma grande agência porque o dono estava ligado aos arquivos [do caso] Epstein. Ela apoia pessoas trans. É gay. É contra o sistema. Ela tira os homens do centro de toda a sua narrativa e empodera milhões de jovens. Ela critica a própria indústria por negligenciar a saúde dos artistas jovens”, disparou a estrela de “The Good Place”.

A atriz continuou em seu Instagram: “Nem um pouco desse ódio fomentado pela imprensa é uma campanha deliberada, exagerando cada movimento dela, ou culpando-a pelos atos de pessoas da sua equipe para fazer dela um exemplo… uma mulher que estabeleceu alguns limites básicos para si mesma, em nome da própria saúde mental, como uma pessoa vulnerável.”

A britânica acrescentou que a indústria inflama críticas para desencorajar mulheres a impor limites.

“De jeito nenhum isso é para ser um aviso para que outras mulheres não tentem ser francas e desobedientes. As mulheres não devem impor limites nunca. Nós devemos apenas sorrir”, finalizou Jameela.

Após o episódio ganhar manchetes ao redor do mundo, Chappell se pronunciou e negou qualquer envolvimento com a abordagem do segurança.

“Eu vou contar minha metade da história do que aconteceu hoje com uma mãe e filha que tiveram um problema com um segurança que não era meu segurança. Eu nem sequer vi mãe e filha. Ninguém veio a mim. Ninguém me incomodou… eu não pedi ao segurança para ir e falar com essa mãe e filha. Elas não fizeram nada”, começou a estrela.

“É injusto que o segurança tenha presumido que alguém não tenha tido boas intenções. Eu não odeio pessoas que são fãs da minha música. Eu não odeio crianças.”

A intérprete de “Pink Pony Club” declarou que o profissional que abordou a família de Jorginho não fazia parte de seu staff pessoal e que poderia ser um funcionário terceirizado ou do próprio estabelecimento.

“Lamento imensamente pela mãe e pela criança que se sentiram desconfortáveis. Isso me deixou extremamente triste, vocês não mereciam isso.”

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