A cantora Britney Spears, 44, teria ficado bastante abalada e foi vista chorando após ter sido presa no início deste mês nos Estados Unidos. A artista foi detida no último dia 4, na Califórnia, sob suspeita de dirigir sob influência de álcool ou drogas – infração conhecida nos EUA como “driving under the influence” (DUI). A eterna princesinha do pop foi liberada algumas horas depois e deverá comparecer à Justiça no dia 4 de maio.

De acordo com relatos da imprensa americana, policiais teriam encontrado o medicamento Adderall no momento da abordagem. Embora o remédio seja utilizado no tratamento do transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ele estaria sendo analisado para verificar se foi misturado a outras substâncias.

Caso seja considerada culpada por dirigir embriagada, Britney poderá ter a carteira de motorista suspensa. ​Entretanto, se os exames apontarem a presença de substâncias ilícitas, o juiz poderá determinar uma pena de prisão.

Um amigo explicou ao jornal Daily Mail que a estrela teme que o episódio possa levar à imposição de uma nova tutela judicial – mecanismo legal que transfere a terceiros o controle sobre decisões financeiras e pessoais. Britney viveu sob esse regime por 13 anos, quando seu pai, Jamie Spears, e outros responsáveis passaram a administrar sua carreira, patrimônio e aspectos de sua vida privada.

“Ela está apavorada. Ela sabe que existe a possibilidade de prisão, e isso chamou a atenção dela. Ela fará qualquer coisa para evitar isso. Mas está com medo de que as pessoas pensem que ela precisa voltar a ficar sob tutela judicial.”

Segundo o mesmo insider, casos semelhantes envolvendo outros famosos nunca geram questionamentos sobre a autonomia pessoal dos envolvidos. O cantor Justin Timberlake – ex-namorado de Britney -, foi preso em 2024 em Nova York sob suspeita de dirigir embriagado, mas respondeu por uma infração menor após um acordo judicial.

“Outras celebridades são presas por dirigir embriagadas e ninguém insinua que deveriam ser interditadas judicialmente. Ela acha isso muito injusto. Ela valoriza a liberdade acima de qualquer coisa.”

Uma fonte próxima acrescentou: “Ela ama dirigir. Para ela, dirigir representa liberdade. Ela não podia sair de casa quando queria. Houve momentos em que ela não podia sequer fechar a porta do quarto ou tomar banho em privado. Ela se sentia presa. Dirigir acabou se tornando um símbolo de tudo aquilo que ela não podia fazer.”

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