Um novo relato sobre a lesão que Sean “Diddy” Combs, 56, sofreu na prisão contradiz a versão divulgada na quarta-feira (14), segundo a qual o rapper teria batido a cabeça na beliche acima de sua cama.
O magnata da música, que cumpre uma pena de quatro anos por transporte de pessoas para fins de exploração sexual, teria se envolvido em um confronto com Christopher “Dudus” Coke, famigerado traficante de drogas jamaicano, de 57 anos, na prisão de Fort Dix, em Nova Jersey, na última semana.
De acordo com o portal de notícias TMZ, após a suposta briga, Combs teria sido levado de ambulância da unidade prisional para uma clínica médica nas redondezas, no sábado (10) pela manhã.
Os representantes do artista, no entanto, explicaram que não conseguiram confirmar se a briga de fato aconteceu.
O TMZ havia informado anteriormente que o ferimento “não representava risco à vida” e que o dono do hit “I’ll Be Missing You” estava consciente e conversando quando retornou à prisão algumas horas depois.
A notícia da hospitalização do rapper veio depois que a emissora norte-americana NBC News publicou uma reportagem na qual afirmou que Diddy gasta milhares de dólares por mês para que outros detentos “façam massagens nele, além de cozinhar, limpar e lavar suas roupas”. O canal também alegou que ele teria um “celular contrabandeado e bebidas alcoólicas levadas ilegalmente para dentro da prisão”.
Antes de publicar o material, a NBC reuniu relatos de quatro homens que dividiram uma unidade com Combs na prisão.
Eles declararam que o artista pagava um detento para limpar as áreas dos banheiros e dos chuveiros antes de usá-las e que contratava outros para preparar refeições especiais, incluindo pizza, curry e empanadas.
Um dos homens afirmou: “Isso não é uma p**** normal que você vê na prisão. Isso é coisa de rico. Parece loucura, mas tipo, ele é o Diddy.”
Outro acrescentou: “Ele é bilionário. As pessoas ficam deslumbradas com ele. Dinheiro é poder, principalmente atrás das grades.”
Os apenados também alegaram que Combs tem acesso a outras regalias, como assistir a programas de TV e filmes em um tablet que teria sido levado de forma irregular para dentro da prisão, além de acessar o Instagram e receber mensagens por meio de um celular.
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