O novo copresidente da Skydance afirmou que ainda é “cedo demais” para falar sobre “Barbie 2”, em meio às incertezas que cercam a aguardada continuação do longa de 2023.
O primeiro filme em live-action da boneca, estrelado por Margot Robbie, 36, e Ryan Gosling, 45, foi um sucesso estrondoso de bilheteria. Entretanto, os planos para uma sequência estariam enfrentando um impasse nas negociações financeiras com os protagonistas. Com a conclusão da fusão entre Paramount Skydance e Warner Bros. Discovery, o futuro do projeto passa agora pela nova estrutura do grupo, aumentando a expectativa por uma definição.
Ynon Kreiz, ex-CEO da Mattel que assumiu na semana passada o cargo de copresidente da Skydance, evitou alimentar as expectativas. Durante uma coletiva de imprensa da companhia na terça-feira (6), o executivo foi questionado sobre quando “Barbie 2” poderia receber sinal verde.
“É cedo demais para falar sobre isso”, limitou-se a responder.
A diretora Greta Gerwig e o marido, o cineasta Noah Baumbach, indicados ao Oscar pelo roteiro de “Barbie”, já estariam desenvolvendo ideias para uma continuação. O projeto teria esbarrado nas negociações financeiras entre a Warner Bros. e Margot Robbie e Ryan Gosling, que deram vida a Barbie e Ken no longa original.
Segundo o The New York Times, as conversas se arrastam há meses. As propostas incluiriam pagamentos iniciais mais altos e participação nos lucros para os principais nomes do elenco caso o novo filme alcance um desempenho positivo nas bilheterias.
De acordo com pessoas familiarizadas com as negociações ouvidas pelo jornal, Ryan teria pedido US$ 20 milhões, cerca de R$ 100 milhões, para voltar a interpretar Ken. O valor solicitado por Margot não foi divulgado.
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