Sarah Ferguson, 66, ex-duquesa de York, negou ter planejado participar de um reality show que supostamente envolveria a clonagem dos cachorros de estimação da falecida rainha Elizabeth II (1926-2022).
A duquesa foi casada com Andrew Mountbatten-Windsor, filho da monarca, entre 1986 e 1996. Apesar da separação, manteve proximidade com o ex-marido ao longo dos anos, inclusive durante as acusações ligadas ao caso do financista Jeffrey Epstein (1953-2019), que morreu enquanto aguardava julgamento por crimes sexuais.
Segundo reportagens da imprensa britânica, a ideia de clonar os cães da raça corgi, Muick e Sandy, teria partido da produtora Halcyon Studios com o intuito de “preservar a linhagem” dos animais, que passaram a ser cuidados por Sarah e Andrew após a morte da rainha, em 2022.
De acordo com informações divulgadas anteriormente, a nobre teria conversado com diversas agências nos Estados Unidos, em maio de 2023, sobre um possível projeto envolvendo os bichinhos.
“Ela estava tentando voltar à televisão e ganhar algum dinheiro”, alegou uma fonte ao jornal britânico Daily Mail. “Ela teve a ideia de incluir os corgis da rainha em um programa. E isso envolvia também a possibilidade de cruzá-los. Por mais bizarro que pareça, a ideia de cloná-los chegou a ser discutida.”
Entretanto, por meio de um comunicado à revista People, um representante afirmou que a ideia foi categoricamente descartada após conversas iniciais com a produtora.
“A sra. Ferguson recebe regularmente diferentes ofertas e propostas de televisão; muitas delas para reality shows, que ela sempre recusa”, declarou o porta-voz, acrescentando que “as negociações foram suspensas após ela recusar a oportunidade sugerida”.
Segundo o tabloide, uma sinopse do projeto indicava que Sarah criaria uma empresa chamada “The Queen’s Corgis”, com o objetivo de clonar os cães da rainha e comercializá-los para amantes de animais ao redor do mundo.
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