A cantora Jesy Nelson, 34, ex-integrante do grupo britânico Little Mix, revelou que suas filhas gêmeas, Ocean Jade e Story Monroe, receberam um diagnóstico grave poucos meses após o nascimento. As bebês, que nasceram prematuras em maio do ano passado, foram diagnosticadas com Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, uma condição genética rara considerada a forma mais grave da doença.

Em um vídeo emocionado publicado em suas redes sociais no domingo (4), a artista fez um desabafo sobre o diagnóstico e relatou ter ouvido dos médicos que as filhas “nunca iriam andar”

“As meninas agora foram diagnosticadas com uma doença muscular grave chamada AME tipo 1. Para quem não sabe, é uma doença muscular complexa que um bebê pode ter. AME significa Atrofia Muscular Espinhal, e ela afeta praticamente todos os músculos do corpo: pernas, braços, respiração e deglutição.”

A cantora explicou que a condição provoca a degeneração progressiva dos músculos e, sem tratamento adequado, pode ser fatal ainda na primeira infância.

“Essencialmente, com o tempo, ela vai destruindo os músculos do corpo. E, se não for tratada a tempo, a expectativa de vida do bebê não passa dos dois anos”, lamentou.

Jesy explicou que as filhas foram examinadas no Hospital Great Ormond Street, centro de referência em saúde infantil em Londres, onde recebeu o prognóstico mais difícil.

“Quando as meninas foram avaliadas no Great Ormond Street, nos disseram que elas nunca seriam capazes de andar e nunca recuperariam a força no pescoço, então seriam pessoas com deficiência”, relatou.

Mãe das gêmeas com o músico Zion Foster, a estrela declarou que as pequenas já estão recebendo tratamento e que não teriam sobrevivido sem intervenção médica.

“A melhor coisa que podemos fazer agora é garantir o tratamento e simplesmente torcer pelo melhor. Felizmente, as meninas já receberam o tratamento, pelo qual somos imensamente gratos. Porque, se não fizessem, elas morreriam.”

Desde o diagnóstico, Jesy revelou que precisou assumir cuidados intensivos com as filhas, incluindo o uso de aparelhos para auxiliar a respiração, e que tem vivido uma rotina de vigilância constante.

“O motivo de eu querer fazer este vídeo é que os últimos três meses foram, sinceramente, o período mais doloroso da minha vida. Sinto que a minha vida virou de cabeça para baixo”, desabafou.

Ao final do relato, a cantora afirmou que decidiu tornar pública a situação para conscientizar outras famílias sobre a importância do diagnóstico precoce e do acesso rápido ao tratamento. “Espero que minhas meninas consigam contrariar as probabilidades”, completou.

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