O ator Jesse Eisenberg, 42, revelou que costumava ter uma visão negativa sobre a atuação e que considerava a profissão de ator supervalorizada.

O astro alcançou fama mundial em 2010, após interpretar Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, no aclamado filme “A Rede Social”, e atualmente trabalha na divulgação de “A Grande Estreia”, comédia musical que escreveu, coproduziu e dirigiu.

Durante o Festival de Cinema de San Sebastián, na Espanha, o ator contou a jornalistas: ‘Eu pensava: ‘Esse é um trabalho tão ridículo. Pagam demais para nós. Somos vaidosos’.”

“Queremos acordar de manhã e estar bonitos, queremos ficar nos lugares mais agradáveis, não queremos carregar nada nos sets de filmagem e ainda queremos levar todo o crédito pelo filme!”

“Eu sempre pensava: ‘Esse é um trabalho estranho e não é justo’. Até que, no meu primeiro filme, vi Julianne Moore ensaiando para uma cena.”

Jesse voltou a trabalhar com a atriz em seu novo filme e não poupou elogios a ela: “[Julianne] estava passando por um processo emocional profundo e verdadeiro para se preparar para a cena.”

“Lembro de olhar para aquilo e pensar: ‘Espere um pouco, isso é realmente difícil’. Enquanto todos nós estávamos aqui brincando e eu comendo um donut, ela estava lá sofrendo.”

“Percebi: ‘Talvez atuar seja, na verdade, algo muito valioso. Talvez seja difícil. Talvez seja desafiador. Talvez exija muito’.”.

“De repente, naquele momento, toda a minha opinião sobre a atuação mudou porque vi outra pessoa fazendo aquilo, e não se tratava apenas de mim”, concluiu.

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