Gwyneth Paltrow, 53, afirmou que o fim de seu relacionamento com Brad Pitt, 62, foi difícil devido à exposição excessiva do casal na imprensa. Os atores se conheceram em 1994 durante as filmagens de “Seven: Os Sete Crimes Capitais”, ficaram noivos dois anos depois e terminaram o romance em 1997.

Em entrevista ao podcast Friends Keep Secrets, apresentado por Benny Blanco, Lil Dicky e Kristin Batalucco, a estrela disse acreditar que a repercussão do namoro fez com que a separação ganhasse uma dimensão muito maior do que deveria.

“Acho que esse aspecto da imprensa faz com que tudo pareça maior do que realmente é. Você acaba carregando essa falsa sensação de relevância cultural, esse peso adicional e essa vergonha extra por o relacionamento não ter dado certo”, explicou ela.

A vencedora do Oscar, hoje casada com o produtor Brad Falchuk, 55, e mãe de Apple, 22, e Moses, 20, do antigo casamento com o cantor Chris Martin, 49, relembrou que tinha cerca de 22 anos quando conheceu Brad, então com 31, e admitiu que foi “amor à primeira vista”.

“Eu o conheci no set de filmagem e foi meio que essa coisa de amor à primeira vista. Foi incrível. Foi muito divertido.”

Apesar de afirmar que os dois viveram um relacionamento feliz, Gwyneth relatou que a atenção em torno do casal se tornou difícil de administrar, principalmente porque sua própria carreira também começava a decolar.

“Eu era muito nova e nós trabalhávamos em diferentes partes do mundo.”

Questionada se o namoro parecia um conto de fadas, a atriz respondeu: “Havia um aspecto que era muito inebriante. Eu era muito jovem e ele era esse lindo astro de cinema.”

Apesar do término, a artista afirmou que mantém uma boa relação com o ex-noivo.

“Ele é um cara incrível e eu o amo.”

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