A cantora Dolly Parton manteve a fé durante os problemas de saúde que enfrentou nos últimos anos. A lenda da música country faleceu na terça-feira (25), aos 80 anos, após uma breve batalha contra o câncer.  

Segundo uma pessoa próxima ouvida pela revista People, Dolly não demonstrava medo diante da possibilidade de morrer e mantinha a confiança em Deus.

“Desde que Dolly Parton nasceu, ela foi cercada pela fé, por Deus, por Jesus. Seu avô era pastor. Até em seu espetáculo da Broadway ela mostra o quanto a fé é importante para ela”, afirmou um informante à publicação.

“Por isso, é natural que pessoas de fé acreditem que Deus está no comando. Não importa o que os médicos digam ou o que as pessoas digam. Não termina até que Deus diga que terminou. Acho que ela viveu cada dia dedicada ao trabalho e, enquanto Deus não a chamasse para casa, ela sabia que ainda tinha uma missão a cumprir.”

A pessoa próxima acredita que a fé também influenciou a forma como Dolly falava publicamente sobre os problemas de saúde.

“Ela veio de uma família pentecostal. Na fé pentecostal, e até a Bíblia diz isso, o poder da vida e da morte está na palavra. E, portanto, aquilo a que você dá poder, aquilo que você diz em voz alta, é o que vai acontecer. Por isso, acredito que ela pensava, como cristã: ‘Vou falar de fé, vou falar de vida, vou falar de prosperidade e não vou falar de morte’. Acho que ela realmente colocou a vida nas mãos Dele e disse: ‘Quando chegar a minha hora de partir, será a minha hora de partir’. E sei que ela se apoiou na fé durante esses últimos anos. É assim que lidamos com as dificuldades da vida”, completou.

A cantora havia falado recentemente sobre seus problemas de saúde, mas não havia revelado o diagnóstico.

A causa da morte foi confirmada pelos representantes da artista em um comunicado: “Nossa querida Dolly Parton dedicou sua vida e sua carreira a levar alegria, risadas, esperança e integridade a tudo o que tocou. Sua generosidade incomparável alcançou a vida de inúmeras pessoas que ela jamais chegou a conhecer, mas para quem estava sempre disposta a oferecer uma mão amiga”.

A nota continuou: “Seja por meio dos centenas de milhões de livros distribuídos pela inestimável Imagination Library ou do financiamento de pesquisas que ajudaram a desenvolver uma vacina que salva vidas e é usada em todo o mundo, o amor incondicional de Dolly por todas as pessoas foi a força que guiou seu legado duradouro. Depois de enfrentar corajosamente uma breve batalha contra o câncer, Dolly deixou hoje sua vida terrena no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, cercada por pessoas que amava.”

A estrela havia sido internada em um dos principais centros de tratamento e pesquisa sobre câncer dos Estados Unidos, em Nashville, na última sexta-feira (21). Os representantes da cantora não revelaram qual tipo de câncer havia sido diagnosticado. Antes da morte, Dolly também havia enfrentado problemas renais e uma condição autoimune.

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