O príncipe Harry, 41, compartilhou a tradição familiar que cultiva para manter viva a memória da mãe, a princesa Diana. O duque de Sussex, que tinha apenas 12 anos quando a mãe faleceu em um trágico acidente de carro em Paris, em 1997 -, relatou que ainda celebra o aniversário dela todos os anos, no dia 1º de julho, com um bolo de limão, acompanhado da esposa, Meghan Markle, 44, e dos filhos do casal, Archie, 7, e Lilibet, 5.
O filho mais novo do rei Charles III falou sobre o assunto durante sua participação no Scotty’s Summer Festival, na Inglaterra, no último fim de semana, após cumprir uma série de compromissos pelo país.
“Sim, fazemos bolo de limão. Acho que tradições são realmente muito importantes. Especialmente quando são doces”, declarou.
Durante a rara visita ao Reino Unido, o príncipe – que mora com a família na Califórnia desde que se afastou das funções oficiais da realeza, em 2020 -, levou os filhos para visitar o rei Charles pela primeira vez em quatro anos.
A viagem foi cercada por polêmicas após o pedido de Harry por proteção policial especializada ter sido negado pelas autoridades britânicas. Atualmente, o nobre só tem direito à proteção financiada pelo Estado quando está em residências oficiais da família real. Nos demais deslocamentos, cabe à equipe privada contratada por ele fazer sua segurança, embora ela não tenha os mesmos poderes legais da polícia britânica.
Desde que deixou as funções oficiais da monarquia, o esquema de segurança de Harry é analisado caso a caso. Hoje, ele precisa informar suas viagens ao Reino Unido com pelo menos 28 dias de antecedência, para que as autoridades decidam qual nível de proteção será oferecido.
O sistema de segurança solicitado pelo príncipe não se limita à pessoa, mas também tem como objetivo prevenir riscos ao público e aos profissionais envolvidos em eventos de grande porte.
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