O diretor Kleber Mendonça Filho, 57, opinou sobre as confusões registradas durante as sessões de “Michael”, cinebiografia de Michael Jackson​ (1958-2009), em salas de cinema pelo Brasil.

Relatos e vídeos que circulam nas redes sociais mostram discussões entre espectadores, supostamente motivadas por fãs que cantavam músicas do artista durante a exibição do longa.

Em publicação na rede X, antigo Twitter, o cineasta sugeriu que os cinemas aumentem o volume das sessões para evitar novos conflitos.

“Queridas salas de cinema exibindo Michael, há relatos de barracos se repetindo com espectadores. Eu nem vi o filme ainda, mas, para evitar chateação, exibam o filme com o som alto”, começou o diretor de “O Agente Secreto”.

“Quantas vezes este ano vocês terão a oportunidade de tocar música boa alto com esse equipamento que vocês têm? Toquem alto. A plateia não vai poder ficar falando durante a sessão”, disparou ele.

“Michael” estreou há apenas alguns dias e já é sucesso de bilheteria, com uma arrecadação de US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões no mercado mundial.

Dirigido por Antoine Fuqua, o longa tem no elenco Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, interpretando o falecido astro. O filme também conta com Colman Domingo no papel de Joe Jackson, Nia Long como Katherine Jackson e Kat Graham interpretando Diana Ross.

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