A apresentadora Adriane Galisteu, 51, afirmou ter hesitado antes de abordar seu relacionamento com o piloto Ayrton Senna (1960-1994) em um documentário produzido para a HBO Max.
A estrela explicou que, embora se orgulhe da história que viveu com o falecido parceiro, precisou revisitar outros momentos dolorosos de sua trajetória para construir a produção, incluindo a morte de seu irmão, aos 28 anos, em 1996, após uma longa batalha contra a dependência química.
“Essa história tava tão bem organizada na minha cabeça que eu falei: ‘Não vou me mexer mais com isso’. Dói voltar nesse assunto porque não é só voltar na perda do Ayrton, mas dores profundas que eu tive naquela época da minha família, do meu irmão… foi tudo muito difícil. Ali é um lugar de muita dor, de muita perda, foi horrível essa fase”, desabafou ela em entrevista ao canal de Maya Massafera no YouTube.
A apresentadora relatou que foi o marido, o empresário Alexandre Iódice, 55, quem a incentivou a realizar o documentário, intitulado “Meu Ayrton, por Adriane Galisteu”.
“Agradeço aqui ao Alê, porque além dele ser o meu marido, o meu cúmplice, ele é meu empresário também. Ele olha para minha carreira de uma maneira mais aberta, sem nenhuma relação homem e mulher”, declarou ela, que tem o filho Vittorio, 16, com Alexandre.
“Ele falou: ‘Você tem um filho que até então só ouviu falar um pouco dessa história. Então ele conhece um pouco dessa história através das coisas que ele escuta, tá na hora dele ouvir da mãe, de você. Deixa esse seu legado para quem quiser ver'”, relembrou.
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