A atriz Laura Dern, 59, foi escalada para protagonizar uma nova minissérie sobre a investigação envolvendo o financista Jeffrey Epstein (1953-2019), que foi encontrado morto em uma prisão federal em Nova York, onde aguardava julgamento por crimes sexuais. A estrela interpretará a jornalista Julie K. Brown na produção baseada no livro “Perversion of Justice: The Jeffrey Epstein Story” [ainda sem título em português].
A série, atualmente em fase de negociação pela Sony Pictures Television, se concentra no trabalho de Julie no jornal Miami Herald, que reacendeu a cobrança do público quanto aos crimes atribuídos a Epstein e à forma como o caso foi conduzido pelas autoridades.
A produção promete retratar a investigação realizada ao longo de vários anos pela repórter, período em que ela identificou cerca de 80 vítimas, incentivou sobreviventes a relatar suas experiências e denunciou a existência de um acordo judicial sigiloso firmado entre o financista e promotores federais – o que contribuiu para as prisões de Epstein e de Ghislaine Maxwell, apontada como sua principal colaboradora no esquema.
Laura também participa do projeto como produtora executiva, ao lado de Adam McKay e Kevin Messick, pela Hyperobject Industries. A própria Julie integra a produção como produtora.
Na sinopse oficial, a série é apresentada como “um relato contundente de uma repórter investigativa que expõe o acordo secreto entre Epstein e promotores federais”.
O texto acrescenta: “Inspirados na experiência de Brown como uma jornalista pioneira do Miami Herald, o livro e a minissérie acompanham sua investigação persistente ao longo de anos, que identificou 80 vítimas, incentivou sobreviventes a falar publicamente e levou às prisões de Epstein e Ghislaine Maxwell.”
O projeto deve ser a primeira série centrada no caso, que até agora foi abordado apenas em documentários e produções do gênero.
Epstein operou durante anos uma rede de exploração sexual envolvendo figuras influentes. O caso voltou a ganhar destaque recentemente após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicar milhões de páginas de documentos e vídeos relacionados ao processo.
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