O magnata da música Scooter Braun, 44, garantiu que seu desentendimento público com a cantora Taylor Swift, 35, não o impactou emocionalmente.



A rivalidade entre o empresário e a estrela começou em 2019, quando o produtor comprou a gravadora Big Machine Records, antigo selo da cantora. O negócio incluía os masters, ou seja, as gravações originais, dos seis primeiros álbuns da artista. Taylor, que havia deixado a gravadora um ano antes, ficou revoltada e alegou não ter tido a oportunidade de adquirir suas próprias obras.



A tensão aumentou quando, em 2020, Scooter revendeu os masters para o fundo de investimentos Shamrock Capital, em uma transação estimada em US$ 300 milhões (cerca de R$ 1,6 bilhão).



Apesar da repercussão negativa da transação, o produtor afirmou que a comoção pública não o abalou, ao contrário do fim de seu casamento com a ativista Yael Cohen, com quem tem três filhos.



Em entrevista ao podcast Question Everything, Scooter, cujo nome verdadeiro é Scott, desabafou sobre o divórcio: “Ninguém na minha família jamais havia se divorciado. Naquela época, eu havia construído essa base em torno de Scooter, porque achava que Scott não era forte o suficiente. Eu ainda não sabia disso.”



Ele continuou: “Tinha a carreira perfeita, a esposa perfeita, a vida perfeita, os filhos, o sucesso… Achava que isso me tornava digno de amor. E só quando meu casamento desmoronou e eu não consegui consertá-lo é que me senti um fracasso, porque percebi que não tinha base.”



Mas Braun viu um lado positivo: “Foi a melhor coisa que já me aconteceu, porque os altos e baixos da vida de artista, a situação com Taylor… nada disso realmente me abalou. Perder meu casamento me afetou.”



Durante a conversa, Scooter contou ainda que tem uma tatuagem no dedo com a frase “same team” (“mesmo time”, em tradução livre), feita após o divórcio: “Ela e eu estamos no mesmo time para o resto da vida. É isso que dizemos um ao outro.”

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